O Senior era a fonte. Os outros sistemas, um atalho.
Comercial, chão de fábrica e financeiro trocavam dado na mão. Cada integração informal virava risco no estoque, no faturamento e no fechamento.
O que conectamos de verdade
- Fluxos críticos entre ERP e sistemas satélites, sem retrabalho
- Regras validadas com quem opera, não só com o desenho técnico
- Menos digitação no caminho até o fechamento
- Monitoramento das rotinas que mais doíam quando quebravam
O ERP voltou a ser o centro da operação. As áreas passaram a confiar no número que o Senior entrega, não na planilha que o acompanhava.



