O sistema ainda rodava. A operação, já não.
Em poucos anos a empresa dobrou volume e complexidade. Novas linhas, mais turnos, fornecedores e exigências fiscais. O ERP Senior seguia ativo, mas os processos reais tinham mudado.
Controles paralelos em planilha passaram a alimentar a gestão. Relatórios demoravam. Números divergiam entre áreas. A pergunta deixou de ser “trocar de sistema” e passou a ser “como recuperar o Senior que a operação precisa hoje”.
Sinais que pediam atenção
- Cadastros e parametrizações defasados em relação ao chão de fábrica
- Fechamento mensal com conciliações manuais demais
- Integrações frágeis entre áreas comerciais, estoque e financeiro
- Usuários-chave concentrando regras que não estavam no sistema
Como conduzimos a evolução
Método curto, com decisão clara em cada etapa. Sem “big bang” desnecessário.
- Diagnóstico. Mapeamos processos reais, uso do ERP e gaps entre o que o Senior registra e o que a operação faz no dia a dia.
- Priorização. Organizamos o plano por impacto no fechamento, na fidelidade dos estoques e na carga operacional das equipes.
- Reimplantação. Ajustamos parametrizações, cadastros e rotinas. Validamos com quem opera, não só com quem aprova.
- Adoção. Capacitamos usuários-chave e acompanhamos o go-live das frentes críticas até o número fechar com segurança.
Clareza de volta para quem decide
Com o ERP novamente aderente, a gestão deixou de negociar versões de planilha. O fechamento ganhou ritmo. As áreas passaram a olhar o mesmo número.
- Relatórios gerenciais consistentes com a operação
- Menos retrabalho entre PCP, estoque e financeiro
- Integrações estáveis nas rotinas que mais doíam
- Equipe treinada nas regras novas, sem depender de uma única pessoa



